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A importância de diminuir diferenças

A revolução tecnológica e suas aplicações vêm transformando as sociedades em quase todos os aspectos de um jeito cada vez mais intenso e rápido. Como consequência, o mundo está ficando mais complexo, mais desafiador e, de algum modo, mais incerto.

 

De acordo com relatório sobre os desafios futuros até 2030, da ESPAS (projeto de análise estratégica da União Europeia), nesta sociedade cada vez mais interconectada, a humanidade está ficando mais velha e mais rica, com uma classe média cada vez maior, mas também com diferenças mais visíveis pela transformação digital, que continua provocando disruptura nas sociedades e economias.

 

Por exemplo, atualmente, quatro gerações coexistem dentro das empresas — Baby Boomers (1945-1964), Geração X (1965-1979), Y (1980-1999) e Z (2000). Segundo dados da OECD, a moderna força de trabalho multigeracional é causada por executivos (Baby boomers) que têm permanecido em suas funções por mais tempo, ao mesmo tempo que profissionais mais jovens (Geração Y e Z)  não param de entrar no mercado de trabalho.

 

Um dos grandes benefícios de ter uma força de trabalho multigeracional é a diversidade de experiências. Não importa se as pessoas cresceram com um celular na mão ou se testemunharam protestos de rua com mais intensidade. Esses fatos e acontecimentos moldaram sua forma de ver as coisas, gerando características que podem ser complementares entre cada geração. Realmente, num mundo cada vez mais complexo e conectado, quanto mais diversidade de perspectivas existir para resolver uma questão, mais adequada e completa poderá ser a solução.

 

Diante dessa realidade, novas abordagens que saibam aproveitar o que todos têm de melhor no trabalho, buscando formas em que todos se comuniquem e se envolvam com as questões que impactam a produtividade, só têm a contribuir para diminuir diferenças, estimular uma troca mais rica e desenvolver habilidades importantes para o futuro, como, por exemplo, Resolução de Problemas Complexos, Inteligência Emocional e Criatividade.

 

Fonte: OECD