Home >

Artigos e Notícias >

Diversidade

Por: Reinaldo Bulgarelli, em 08/10/2020

Orgulho LGBTI+. Orgulho?

Confira essa reflexão sobre a moral e o orgulho.

No sentido primeiro, um segundo olhar. Um tipo particular de postura diante do mundo. Uma consideração ante a existência de algo ou alguém. Que faz pensar e agir com alguma deferência. Que limita ações. Dá norte a condutas. Sugere decisões. Não se age de qualquer jeito ante algo que merece respeito. Não se busca prazer a qualquer preço. Vantagem por qualquer estratégia. Gozo por qualquer toque.

Por isso, respeito é questão moral. Integra limites que livremente decidimos respeitar. Que dispensam fiscalização ou controle. Que nos indicam soluções existenciais. Mesmo que não houvesse ninguém olhando. Para nos aplaudir ou denunciar. Porque algo na vida de cada um pode ser assim. Decidido pela consciência moral e nada mais. Respeitamos e pronto. Levamos em conta o mundo que se apresenta e está acabado. Aprendemos desse jeito. Julgamos digno que seja assim. Sem mais. E dessa forma, por tomar esse ou aquele mundo, essa ou aquela pessoa como merecedores do nosso respeito, impomos nós mesmos limites a nossa ação. Não levamos pra casa o que não é nosso. Não submetemos ninguém ao ridículo. Não constrangemos ninguém a nos prestar favores se não quiser. E muito mais.

Mas o respeito também é questão ética. Para quando a simples consciência moral não der conta. Respeito exigido pelo coletivo. Cobrado pela sociedade. Convertido em norma. Em princípio de conduta. Que se aviltado traz consequências. Suscita advertência. Punição. E alguma dor. Porque nenhuma sociedade pode abrir mão de respeito por certos mundos. E quando a moral não dá conta, é preciso assegurá-lo de outra forma. Mesmo que seja pelo controle externo. Consciência fiscalizada por outra. Na falta de uma soberania respeitadora, o respeito pode vem revestido de medo.

Do outro lado do mundo, ante o mundo que se apresenta, o respeitador junta as palmas das mãos, ergue os cotovelos e se curva. Sinal de respeito. Pela situação. Pelas pessoas envolvidas. Pelas coisas ali presentes. Um gesto que garante, a quem possa interessar, que aquele que acaba de chegar considera o que está a sua volta. E na hora de agir, não o fará sem noção. Por maior que seja o prazer que pretenda para si. Claro que nem tudo no mundo merece respeito. Mas isso é só mais um jeito de considerar. Pela negativa. Pela denúncia. Ou desdém.No sentido primeiro, um segundo olhar. Um tipo particular de postura diante do mundo. Uma consideração ante a existência de algo ou alguém. Que faz pensar e agir com alguma deferência. Que limita ações. Dá norte a condutas. Sugere decisões. Não se age de qualquer jeito ante algo que merece respeito. Não se busca prazer a qualquer preço. Vantagem por qualquer estratégia. Gozo por qualquer toque.

Por isso, respeito é questão moral. Integra limites que livremente decidimos respeitar. Que dispensam fiscalização ou controle. Que nos indicam soluções existenciais. Mesmo que não houvesse ninguém olhando. Para nos aplaudir ou denunciar. Porque algo na vida de cada um pode ser assim. Decidido pela consciência moral e nada mais. Respeitamos e pronto. Levamos em conta o mundo que se apresenta e está acabado. Aprendemos desse jeito. Julgamos digno que seja assim. Sem mais. E dessa forma, por tomar esse ou aquele mundo, essa ou aquela pessoa como merecedores do nosso respeito, impomos nós mesmos limites a nossa ação. Não levamos pra casa o que não é nosso. Não submetemos ninguém ao ridículo. Não constrangemos ninguém a nos prestar favores se não quiser. E muito mais.

Mas o respeito também é questão ética. Para quando a simples consciência moral não der conta. Respeito exigido pelo coletivo. Cobrado pela sociedade. Convertido em norma. Em princípio de conduta. Que se aviltado traz consequências. Suscita advertência. Punição. E alguma dor. Porque nenhuma sociedade pode abrir mão de respeito por certos mundos. E quando a moral não dá conta, é preciso assegurá-lo de outra forma. Mesmo que seja pelo controle externo. Consciência fiscalizada por outra. Na falta de uma soberania respeitadora, o respeito pode vem revestido de medo.

Do outro lado do mundo, ante o mundo que se apresenta, o respeitador junta as palmas das mãos, ergue os cotovelos e se curva. Sinal de respeito. Pela situação. Pelas pessoas envolvidas. Pelas coisas ali presentes. Um gesto que garante, a quem possa interessar, que aquele que acaba de chegar considera o que está a sua volta. E na hora de agir, não o fará sem noção. Por maior que seja o prazer que pretenda para si. Claro que nem tudo no mundo merece respeito. Mas isso é só mais um jeito de considerar. Pela negativa. Pela denúncia. Ou desdém.